Archive for junho 2024
Versos de um Crime — Poético, intenso e subestimado
A primeira vez que eu assisti esse filme, eu deveria ter por volta de uns 15/16 anos e achei simplesmente um TÉDIO. Fiquei tipo “nossa, que filme chato"
Passaram-se alguns anos, a dona Lorde lançou o novo álbum dela, "Melodrama", e eu fiquei viciada nas músicas, principalmente "Perfect Places". Então, o senhor YouTube resolveu me recomendar um edit desse filme com essa música.
Pensei: “Ah, aquele filme chato que eu vi aquela vez com uma música legal, vou ver se combina”. PUTZ… Que edit maravilhosa! Vou dar um jeito de deixar nos fixados para vocês verem. E, vendo o edit, comecei a pensar que o filme parecia legal... Reassisti... E hoje eu simplesmente AMO esse filme.
Bom, resumidamente, três carinhas que existiram na vida real, que foram os precursores da "Geração Beat", se unem para explorar ideias ousadas, que desafiam seu tempo. Allen Ginsberg (Daniel Radcliffe) sai de casa para ir para a faculdade, se sentindo culpado por ter que deixar a mãe. Ao chegar na faculdade, ele começa a questionar os métodos de ensino e acaba conhecendo o loirinho Lucien Carr (Dane DeHaan), um jovem provocador que apresenta Allen ao mundo da contracultura. A amizade dos dois vai crescendo, eles fazem muitas coisas juntos, e Allen se apaixona por Lucien.
Eu tinha dito que eram três carinhas, né? Tem um terceiro carinha que é o Jack Kerouac, que também é um artista e basicamente tem aquele papel de amigo mãezona que apoia e acolhe os outros amigos…
Então somos apresentados a um véio chamado David Kammerer, que aparece para infernizar a vida dos protagonistas, principalmente do Lucien, por quem ele é perdidamente apaixonado. No decorrer da história, o véio acaba sendo assassinado, e a vida desses três jovens muda completamente, pois eles acabam sendo os principais suspeitos de terem matado o véio.
Edit do filme com a música da Lorde: https://www.youtube.com/watch?v=MRK5DRVpL1sPARA VER O POST DA RESENHA NO INSTAGRAM CLIQUE AQUI
Poucas Cinzas — Romântico, emocionante e brutal
Yves Saint Laurent — Atores lindos, mas o enredo não empolga
Sadistic Beauty Side B — Isso aqui é uma loucura, puro sadismo mesmo
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Euphoria — Começa perfeito, depois vira só mediano
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Skam — Uma ótima série adolescente dos anos 2010
Foi uma série muito comparada a Skins (da minha postagem anterior), inclusive diziam que Skam era a Skins norueguesa. Apesar de ambas as séries tratarem de adolescentes e terem uma temática parecida, eu sinto que cada uma tem sua essência e sua nuance única. Skins é bem mais pesada que Skam! E, na minha opinião, Euphoria é bem mais parecida com Skins do que Skam.
Voltando para Skam, aqui temos quase como uma "Malhação" norueguesa. Mas então você me pergunta: Sakura, você está desmerecendo Skam? Não!! Como eu disse, cada série tem a sua essência!! Skam, apesar de ser uma série um pouco mais leve, ainda continua sendo ótima! Traz personagens icônicos, tramas interessantíssimas, casais cativantes, e é maravilhosa e viciante!
Eu tenho um carinho muito grande por Skam. É uma série muito gostosinha de assistir, e cada temporada é focada em um personagem. A cada temporada que passa, você vai ficando cada vez mais preso no universo da série. Cada personagem tem sua característica e seu jeito. A Sana e a Noora são personagens incríveis. O romance do Isak e do Even é de tirar o fôlego. E, apesar de ser uma série dos anos 2010, ainda continua sendo muito atual. Eu recomendo essa série!
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Skins UK — Um clássico adolescente meio exagerado e bom ao mesmo tempo
Essa série fez parte da minha adolescência, e me moldou de certa forma.
Basicamente foi em sua época o que Euphoria é hoje, influenciando várias tendências e lançando personagens icônicos que até hoje influenciam jovens e adultos.
Ganhou uma versão nos EUA que é um fracasso.
A série conta com sete temporadas, sendo a última uma especial. A cada duas temporadas acompanhamos uma geração de jovens que estão na sua adolescência e na escola sofrendo os dilemas da adolescência, inclusive o nome da série no Brasil foi traduzido para adolescência flor da pele.
Na primeira geração que é a primeira e segunda temporada temos personagens marcantes como o Tony que é um playboyzinho cuzão. Sua irmã Effy que é uma falsa puritana, Cassie uma moça que sofre de transtornos alimentares e parece ser uma doida, Sid um nerdola virgem, Cris um viciado festeiro e outros personagens interessantes.
Na segunda geração, que foi da terceira e quarta temporada, Effy retorna como fixa (na primeira geração ela era mais nova e aparecia só as vezes), e temos novos personagens icônicos como o maluco do Cook, a Pandora, e o casal lésbico Emily e Naomi.
A terceira geração que é da quinta e sexta temporada é a que tem menos fãs. Talvez seja porque aqui somos introduzidos a novos personagens a quais nenhum deles tem alguma conexão direta com os tão populares personagens da segunda e primeira geração. Mas a terceira geração não é ruim, traz personagens interessantes como a Minnie e a Frankie além do casal fofo formado por Grace uma bailarina e Rich um roqueiro.
A série tem um papel parecido com o que Malhação teve no Brasil ou seja contar a história de adolescentes amadurecendo e seus dilemas, só que aqui temos muita DROGA, BEBIDA VIOLÊNCIA, DEPRESSÃO, TRANSTORNO MENTAL, TDAH e um monte de outra coisas leves como gravidez na adolescência e afins.
Para mim essa série é um clássico adolescentes. Eu era obcecado na Effy e na Cassie e queria ser como elas.
Apesar de um pouco exagerada em alguns temas, não deixa de ser uma série boa emocionante, e que marcou toda uma geração.
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