Archive for agosto 2024

  • M3GAN – Divertido, sarcástico e empolgante

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    Assisti com minha amiga tratante que finalmente tirou um tempo para mim depois dos 500 bolos que ela tinha me dado, e acredito que ambas nos divertimos muito vendo essa boneca ChatGPT assassina infernizando a vida dos humanos.

    O filme é bem visionário e trouxe muito bem o tema de tecnologia e IA, e eu, honestamente, não duvido que uma M3gan possa ser criada em breve. E nem falo no sentido de ser uma boneca e afins, mas no quesito de uma IA fora de controle.

    Nesse filme, temos a querida atriz de Corra! e The Perfection (esqueci o nome, mas é uma nepobaby famosinha) interpretando Gemma, uma cientista muito inteligente que trabalha com tecnologia, programação e o caramba a quatro. Ela está desenvolvendo algo super inovador: uma boneca realista equipada com inteligência artificial de última geração, que pode se tornar amiga e ajudar a cuidar de crianças.

    Paralelamente, temos a sobrinha de Gemma, uma criança chamada Cady, que perde os pais em um acidente de carro e acaba indo morar com a tia. Cady está toda depressiva e de luto com a perda dos pais. Gemma, apesar de ter levado um esporro do chefe no trabalho ao apresentar o projeto da M3gan, decide finalizá-lo e usar a sobrinha como cobaia, assim matando dois coelhos com uma cajadada só: dando uma amiga para a sobrinha triste e apresentando o projeto ao mundo.

    A M3gan é assustadora, mas, ao mesmo tempo, fascinante. O fato de ela passar a maior parte do filme sem expressão alguma é perturbador, e, quando ela expressa alguma emoção, dá para ver que é algo forçado.

    A conexão emocional que Cady cria com a boneca é muito interessante e levanta debates sobre o futuro da IA com crianças.

    O dever de M3gan é cuidar, proteger e ensinar Cady, mas ela leva isso ao extremo, começando a eliminar qualquer ameaça que chegue perto da menina (se tornando uma boneca assassina).
    M3gan vai adquirindo cada vez mais consciência, criando planos inteligentíssimos e mirabolantes, e se auto enriquecendo de informações e conceitos, até se tornar um ser independente.

    Achei o final fraco, precisavam encerrar o filme e fizeram qualquer coisa.
    Porém, a última cena do filme é muito boa e deixa a gente com um ar de “hmmmm, ferrou.”

    #m3gan






  • Banana Fish – Sofrimento puro do começo ao fim

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    INTRODUÇÃO 

    Isso aqui é um grande gatilho para mim, pois eu vinculava a pessoas que não estão mais presentes na minha vida. Além disso, o anime em si já é um gatilho puro.

    Foi quando assisti Banana Fish que comecei a defender as coisas que gosto e mandar quem tenta me diminuir para a p*** que pariu.


    Quando eu era adolescente, procurava incansavelmente uma obra yaoi que tivesse a mesma vibe de No.6 (meu anime favorito), mas tudo que eu achava eram animes fetichistas ou água com açúcar em um clichê gigantesco. Então, num belo dia, vi uma notícia sobre o lançamento desse anime. Quando o primeiro episódio saiu, assisti e fiquei ARREPIADA, EUFÓRICA. Pensei: "Será que esse anime será o sucessor de No.6 no meu coração?"

    Fui toda animada falar sobre o anime com uma ex-amiga amarga. Já sentia que ela tinha alguns preconceitos velados, mas não levava a sério. Enquanto contava sobre o anime para ela, ela parecia interessada, mas, quando revelei que os protagonistas eram dois homens e tinham um vínculo romântico, ela mudou totalmente o tom da conversa, e logo acabou me cortando e encerrando a conversa abruptamente com um "Foda-se", isso me magoou bastante. Hoje, não somos mais amigas, graças aos céus, e ela virou uma pessoa conservadora e foi viver a vida dela. Que seja feliz, bem longe de mim. <3

    Outro marco desse anime foi que tirei a bissexualidade de um guri metaleiro e rústico do armário por conta do anime. Recomendei para ele assistir, e ele ficou tipo: "Que porra é essa?" e depois voltou todo boiola: "Aiin, você é meu Eiji." Pena que essa fic não foi para frente, e o que tivemos foi uma relação extremamente tóxica. Eu realmente amava muito aquele menino, mas é preciso se valorizar e seguir em frente…

    Então, nesta resenha, (o começo foi mais um desabafo), eu quero desvincular a imagem e o apreço (e desapreço) que tenho por esse anime de todas as pessoas que usaram ele para me ferir de alguma forma, desejo que sejam felizes. (vão pra p*** que p).

    Por mais que algo possa te lembrar certas pessoas, SEMPRE é possível ressignificar e tentar ver com outros olhos :)


    RESENHA: 

    Agora sim, vamos à resenha! Não vai caber tudo aqui, tenho muita coisa para falar, então a resenha completa estará no blog:

    O anime é uma adaptação de uma série de mangás lançados em 1985. Ou seja, a estética do mangá é completamente diferente da do anime, pois o anime trouxe a história para a atualidade (2018).

    Preciso dizer que um dos meus sonhos é ter todos os mangás físicos de Banana Fish, e um dia vou realizar esse sonho!

    A história começa no passado, com um soldado chamado Griffin que atira em membros do seu próprio esquadrão e, aparentemente em colapso, diz as suas últimas palavras: "Banana Fish." Esse homem tem uma grande ligação com um dos protagonistas, Ash Lynx.

    Voltando ao presente, conhecemos um ginasta e fotógrafo japonês chamado Eiji, que viaja para Nova York. Após ser afastado dos esportes por uma lesão, ele acaba se tornando depressivo.

    Em Nova York, ele conhece um bandido loiro e marrento chamado Ash, e ambos têm uma conexão imediata, pois se atraem pela personalidade um do outro. Eiji é uma pessoa ingênua, inocente e pura, enquanto Ash é jovem, mas com muitas cicatrizes e histórias vividas.

    Os dois acabam se unindo de forma inesperada depois que Eiji se envolve, sem querer, em um sequestro-relâmpago. Assim surge essa união inusitada e uma amizade profunda que floresce para algo maior.

    Uma noite, Ash ouve de um homem que foi atacado por um dos seus subordinados um endereço e a palavra "Banana Fish." Ash tenta descobrir o significado desse misterioso termo. Então, Ash e Eiji entram em uma espiral de problemas, tentando resolver esse mistério e se envolvendo com criminosos perigosos e máfias poderosas de Nova York.

    O anime vai ficando cada vez mais pesado, e, apesar de eu achar que tinha uma vibe parecida com No.6 no começo (dois caras enfrentando uma aventura), isso muda após poucos episódios.

    Quando a morte de um dos personagens ocorre de forma repentina e de maneira (HORRÍVEL, TENEBROSA, MASOQUISTA, SÁDICA), percebi que esse anime era bem mais pesado do que eu imaginava e não se tratava apenas de um romance.

    Como eu disse, Eiji e Ash estão envolvidos com criminosos perigosos. O arco da viagem deles até Los Angeles é leve e fofo, mas, depois que esse arco termina, as coisas ficam muito mais intensas, e eles vão sofrer pra cacete.

    O vilão principal é um velho ridículo, cafetão e abusador de jovens, que faz da vida de Ash um inferno. O resto do anime é puro sofrimento, e quando chega no final, a gente fica devastado, pois a autora não dá um minuto de paz para os personagens.

    Eu também gostava do vilão Yut Lung, um chinês que aparece no arco de Los Angeles e se revela um grande FDP, mas sinto que ele se perde um pouco durante o anime. Contudo, ele não tem culpa, pois, quando vemos o passado dele, entendemos melhor suas motivações. Além disso, a trilha sonora tema dele era ótima, digna de novela.

    Enfim, recomendo esse anime, mas saiba que é pesado e triste. Não assista se não estiver com o psicológico em dia.


    Comentários e coisas adicionais: 



    Trilha sonora tema do Yut Lung: 



    Edit que eu fiz do Yut Lung quando eu era adolescente: 


    Abertura do anime: 



    Yut Lung tendo seu cabelo puxado durante o anime


    Deixarei as redes sociais de um das minhas artistas favoritas que faz fanarts de Banana Fish nos links abaixo: 

    Twitter: https://x.com/KoyasuYasuko12
    Instagram: (ela não tem instagram) 





    ⚠️ Agora irei deixar algumas de minhas indignações sobre essa obra, com SPOILERS logo abaixo:

    Porra, esse anime é sofrimento puro. O Ash só sofre, o personagem é basicamente uma máquina de sofrer. Desde criança, a história dele é traumática e horrível; ele não tem um minuto de paz. Quando finalmente encontra a única pessoa com quem se sente bem e tranquilo, no caso o Eiji, a autora dá um jeito de separar os dois.

    A morte do Shorter é uma cena que ficou gravada na minha mente como uma das coisas mais sádicas e perversas que já vi na vida! É horrível. Aquele velho desgraçado é um filho da p***, e fazer o Ash matar o melhor amigo para salvar o Eiji foi uma coisa ridícula. Nossa, dá vontade de chorar, foi desumano, foi ridículo. QUE ÓDIO, QUE ÓDIO.

    O final também é uma depressão. A morte de Ash é desnecessária. Eles passam por tudo aquilo, e quando Ash parece que vai ter um minuto de paz, a autora vai lá e mata ele. PQP! E no mangá ainda mostra o Eiji velho e depressivo, lamentando a morte do amado. PQP, que ódio, viu? Que ÓDIO.



  • MaXXXine – A grande decepção da trilogia

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     Esperei tanto por esse filme, fiquei eufórica quando vi o trailer e o cartaz anunciado nos cinemas. 

    Assisti… 

    Ah…

    … 

    QUE ÓDIO, VÉI! Uma franquia tão boa ser finalizada com um filme tão fraco e perdido…

    Eu idealizava MaXXXine como um filme estilo Black Swan ou Perfect Blue, em que a Maxine perderia a sanidade enquanto tenta ficar famosa, tudo isso com a ambientação dos anos 80. É… Ficou só no meu imaginário mesmo… Pois o filme é sim sobre a vida da Maxine após o massacre de X, enquanto ela tenta alcançar a fama e tal, mas, sei lá, o Ti West jogou tanta informação durante o filme que, no final, na hora de conectar as coisas, ficou algo amador, tedioso…

    O filme tem, sim, seus momentos marcantes e atuações legais, como a da própria Mia Goth como Maxine e a do ator que faz o investigador particular. Mas é um filme mediano, que não chega aos pés dos dois primeiros, os quais me trouxeram sensações únicas enquanto eu assistia.

    Em X, eu me diverti muito com aquele terror slasher escrachado e com a bizarrice dos vilões. Em Pearl, eu me senti como se uma bomba-relógio estivesse prestes a explodir, e o terror vinha através da ansiedade e da tensão. Em MaXXXine, eu fiquei tipo: “Tá?... Dá pra acabar logo?”  O suspense não me prendia e o terror era quase inexistente.

    O começo do filme é ótimo, a cena do teste da Maxine é incrível, mas depois o filme só vai ladeira abaixo. Quando chega no terceiro ato, você já está cansado, já sabe mais ou menos o que está acontecendo, e o vilão principal é tão tosco e escrachado que nem dá vontade de torcer para a mocinha se livrar dele; você fica tipo: “Ah, claro que ela vai se safar.”

    A trilha sonora e as ambientações são ótimas, mas, de resto, foi uma decepção. Dito isso, continuo amando X e Pearl. MaXXXine me traz a sensação de: “Então tá, né, pelo menos finalizou.” 

    MaXXXine só se conecta com os outros filmes através de autoreferências, com o tal “I will not accept a life I do not deserve," que é repetido exaustivamente, e, honestamente, perdeu até a graça pra mim. A origem dessa frase não tem nada a ver; eu preferia quando era só mais uma frase de efeito e autoconfiança da Maxine do que aquela bobajada que fizeram para conectar ela com o vilão.



    Parte com Spoiler ⚠️

    Bom, o filme não é ruim, mas, como eu disse, não chega perto dos antecessores. Basicamente, mostra a Maxine tentando migrar da indústria pornográfica para o cinema de filmes de terror. Após ela arrasar em um teste, começa a ser perseguida por um stalker.

    É aí que as coisas começam a desandar para mim. O stalker, na minha opinião, era obviamente o pai dela, principalmente porque as pessoas que morriam eram próximas a ela.

    E a Maxine estava tipo "nem aí" com as mortes, não cooperava com a polícia, e, aliás, a polícia era bem ineficaz também.

    A parte em que Maxine planeja uma emboscada para o investigador particular é muito interessante, mas, depois disso, ela simplesmente "liga o foda-se" e vai à casa do assassino sem nenhum preparo.

    Quando é revelado que o assassino é o pai dela, a atuação do ator é super forçada, e as cenas na mansão, assim como a suposta seita, são tão exageradas que chegam a ser patéticas.

    Sei que tem toda uma referência aos anos 80, ao aumento do conservadorismo e às seitas como a que matou Sharon Tate, MAS acho que essa temática poderia ter sido melhor construída, mais bem amarrada e finalizada. Todas as ideias do filme são ótimas, mas a execução, na minha opinião, ficou meio perdida e bagunçada.





  • Pearl – Uma obra-prima do terror contemporâneo

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    PLEASEEEEE, I’M A STAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR!

    Isso aqui é elite, isso aqui é uma PRECIOSIDADE! Eu me sinto totalmente representada por esse filme, sendo que sou do interior dos confins de MG e também sonho em ser uma grande estrela…

    Se você assistiu esse filme só pelo hype e ignorou completamente o primeiro filme da franquia X: A Marca da Morte (resenhado anteriormente aqui), saiba que EU TE ODEIO.

    Brincadeiras à parte, a atmosfera macabra e sombria de Pearl vem justamente por você ter assistido X primeiro e ter todo o contexto do que está por vir. X seguido de Pearl é uma das melhores experiências cinematográficas que já tive.

    Se você assistir Pearl antes, ou apenas Pearl e ignorar X, vai parecer que você está vendo um filme de uma doida descompassada que vai endoidando. “Mas Sakura, o filme é basicamente isso.” Sim, mas, com X, você já tem uma base sólida do que está vendo, e não um filme jogado.

    Enfim, Pearl é um grande filme e um dos melhores que já vi.

    A tensão psicológica, a sensação de bomba-relógio, e a atuação perfeita de Mia Goth, junto com cenas e monólogos espetaculares, formam uma combinação perfeita.

    Você se sente dividido sobre a índole da protagonista; sente empatia por ela, como se fosse só mais uma vítima do destino e da mãe, mas, ao mesmo tempo, você pensa: “Ela é ingênua, mas não é inocente.”

    Das minhas cenas favoritas, eu destaco a briga de Pearl com a mãe, o monólogo no final, e claro, o encerramento icônico que chega a ser assustador! Pearl é simplesmente perfeito; é um dos meus filmes de conforto e o meu favorito da franquia X. 


    Algumas de minhas Edits favoritas do filme: 

    IB: @spidebels. (não achei o link do tiktok)





    IB: @aquxrius_444 (não achei o link do tiktok)





  • X A Marca da Morte – Um slasher bizarro, envolvente e competente

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    "I'M A F****** STAR! THE WHOLE WORLD'S GONNA KNOW MY NAME!"

    Ai ai… Trilogia X, a melhor descoberta de 2023 (o filme foi lançado em 2022, mas eu assisti no comecinho de 2023). Geralmente é bem difícil eu me render às coisas que estão em alta, mas, neste caso, eu realmente não me arrependo de ter me rendido. Que filme F0DAAAA!

    Mas, vamos lá. Em 1979, um grupo de jovens está viajando estrada afora pelo interior do Texas para gravar um filme p0rn0. Nesse grupo, temos a misteriosa e convencida aspirante a atriz Maxine Minx, seu namorado, um daddy chamado Wayne, que é o produtor; os atores Bobby-Lynne, uma loira padrão da época, e Jackson Hole, um negão de 2 metros; o diretor nerd RJ, e a cinegrafista Lorraine, que é namorada do RJ.

    Esses seis jovens resolvem alugar uma casa em uma propriedade rural e gravar o filme pornô lá, já que o filme tem essa temática. A sinopse é que duas irmãs de um fazendeiro recebem um entregador de leite, e aí rola o clima; é uma coisa bem exagerada.

    Ao chegarem na fazenda, eles encontram os proprietários, que são um casal de velhos que estão quase em decomposição, parecem ser centenários. O dono da casa, chamado Howard, recebe-os com uma espingarda, achando que são invasores, mas depois lembra que tinha combinado de alugar a casa dos fundos para eles ficarem.

    Então eles se alojam e começam a gravação do filme (detalhe: eles não contaram que iam gravar o filme para os donos da fazenda).

    Porém, quando os anfitriões da fazenda descobrem o que eles estão fazendo, eles têm que lutar por suas vidas, porque os velhos são uns doidos.

    Eu simplesmente AMO esse filme! É muito bom, um típico slasher misturado com aquelas referências de trash dos anos 70/80. O embate final da final girl com a velha assassina Pearl é ótimo. Tem diálogos muito bons, personagens cativantes e um elenco de peso, como a querida neta da atriz brasileira Maria Gladys, Mia Goth, e a Jenna Ortega (Wandinha).



    IG do criador da edit a cima: https://www.instagram.com/trxsh.mp1/


    Parte com spoiler: A melhor parte desse filme com certeza são as cenas finais. É claro que desde o início já temos um ritmo muito bom e frenético, mas, depois que a matança começa, você se familiariza de vez onde os personagens estão inseridos: em uma total loucura.

    Os velhos Howard e Pearl são completamente insanos, principalmente a velha, que parece ser doidinha de pedra, e a obsessão dela pela Maxine faz completo sentido quando você assiste ao prequel do filme, “Pearl”. Aliás, graças a esse filme, temos o maravilhoso “Pearl”. A atriz Mia Goth e o diretor Ti West acharam a personagem tão complexa e interessante que decidiram gravar de última hora a história do passado da vilã de X.

    O final é ótimo, com o embate frente a frente de Maxine e Pearl (ambas interpretadas pela mesma atriz, só que com uma densa maquiagem para parecer velha no caso de Pearl). Aliás, que maquiagem boa, parece que a velha está caindo aos pedaços.

    Eu simpatizei muito com a Lorraine, personagem da Jenna Ortega, torci para ela ficar viva, mas acho que no fim foi melhor só a Maxine ter sobrevivido, pois ela é uma ótima final girl. Além disso, teremos a continuação desse filme, “MaXXXine”, que irá contar o que aconteceu com a protagonista após este filme. E com certeza o momento mais marcante do filme foi a cena em que ela dá aquele grito icônico.





  • Os Sonhadores — Um poema visual entre o estranho e o atraente

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    Esse filme me causa sensações conflitantes. Assisti novamente ontem, e, ao mesmo tempo que me senti HORRORIZADA e EXTREMAMENTE DESCONFORTÁVEL, também senti que é um filme bonito, poético e atemporal.


    A história se passa em Paris, em 1968, e é protagonizada por Matthew, um americano que está morando na cidade, e que conhece um casal de gêmeos, Isabelle e Théo.


    Eles se tornam os primeiros amigos de Matthew. Quando os pais dos gêmeos viajam, eles convidam Matthew para morar com eles. Durante o tempo em que convivem, a amizade dos três acaba se transformando em um estranho e intenso triângulo amoroso.


    O filme é visualmente belo, os atores são LINDOS, especialmente o que interpreta o protagonista. As cenas são milimetricamente pensadas, e há várias homenagens ao cinema antigo.


    O romance entre os três é intenso. A relação entre os gêmeos Isabelle e Théo é perturbadora, pois às vezes dá a entender que eles são como uma única pessoa. Mas, mesmo assim, não podemos esquecer que eles são irmãos, e que Matthew estava se envolvendo em um romance incestuoso.


    Apesar de o romance entre os gêmeos ser completamente pirado e esquisito, Matthew se vê cada vez mais envolvido por aquela estranha paixão. E nós, telespectadores, apesar da bizarrice, também ficamos presos à tela.


    Acho o final lindo. Eu ODEIO esse filme, pois toda vez que assisto fico com a sensação de “que P**** É ESSA QUE TÔ ASSISTINDO?”. Mas, ao mesmo tempo, amo esse filme, pois depois de assistir começo a refletir sobre o quão bonito, poético e bem feito ele é…


    #ossonhadores #thedreamers #evagreen #louisgarrel



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  • Teresa — Um dramalhão com uma protagonista icônica

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    Já que estamos em um clima meio novelesco esta semana, vou falar dessa novela a qual eu assisti recentemente, e não foi pelo SBT (estava no ar muito recentemente, acabou esses dias inclusive).


    Teresa foi a única novela a qual eu fui procurar para assistir COMPLETA por livre e espontânea vontade. Ou seja, assisti a várias novelas ao longo da minha infância. Se eu fosse resenhar cada uma das quais eu tenho afeição, eu ficaria dias fazendo isso, porém, eu assistia porque passava na TV, e quando eu era criança, a internet estava começando.


    Eu nunca assisti Teresa, nem quando passou na TV, por isso, sempre tive essa curiosidade de assistir, principalmente para comparar com Rubi, que foi uma que eu acabei acompanhando na TV.


    Enfim, assisti aos cento e lá vai cacetada capítulos da novela, e posso dizer, é sim uma ótima novela!


    Teresa é uma personagem incrível, inteligente, bonita, e que sofreu mais que a Juliette na mão dos outros personagens, por isso acho que quando ela vira “vilã”, é apenas uma consequência do que o mundo fez com ela. Ela quer sair da pobreza a qualquer custo e ter uma vida de sucesso, e sabe muito bem como conseguir isso.


    MAAS, ela teve sim atitudes muito babacas, não consigo passar pano para tudo. Os outros personagens também são muito interessantes, porém algo que me irritou nessa novela é que tem muito personagem INSUPORTÁVEL, só que muitos deles não foram escritos para serem insuportáveis, mas eles simplesmente são.


    O próprio mocinho é um purgante. No núcleo da vila, só dois personagens se salvam: o pai da Teresa e a tia dela; o resto são todos chatos pra caramba.


    E como eu nunca tinha assistido à novela, e também não sabia de nenhum spoiler, posso dizer que a experiência de ver essa novela foi incrível. Tinha episódios que eu ficava tipo “que tédio, que encheção de linguiça,” mas tinha episódios em que acontecia alguma reviravolta e eu ficava “O QUEEEEEEEEE?”


    Muito boa a novelinha, recomendo. "Entre ser ou não ser, eu sou."


    #Teresa #teresachavez #angeliqueboyer #anabrenda #SebastianRulli





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