Archive for julho 2024
Why Women Kill — Temporada 2 — Uma trama solo que mantém o charme da série
SEGUNDA TEMPORADA
Eu gostaria de dizer que essa temporada é carregada nas costas pela personagem da Lana Parrilla, que é simplesmente uma diva, cheirosa, maravilhosa, vilãzona que você ama odiar.
PORÉM, os outros personagens também dão um show… Caramba, esse elenco é simplesmente ótimo, e cada personagem tem seu carisma e suas camadas.
Aqui temos doses perfeitamente equilibradas de comédia, drama e mistério. Daria facilmente uma novela, porém aqui temos apenas 10 episódios que são muito bem servidos de puro entretenimento.
Temos a rivalidade da poderosa Femme Fatale, dama da alta sociedade Rita Castillo, e da coitada e ingênua (que de ingênua não tem nada) dona de casa Alma Fillcot, que sonha pertencer à alta sociedade também.
O sonho de Alma é entrar no renomado clube de jardinagem, um clube do qual só mulheres de alta classe fazem parte. A líder do clube de jardinagem é a própria enigmática Rita Castillo, a quem Alma sonha ser igual, pois ela é tudo que Alma não é: rica, bem-sucedida, linda, um modelo a ser seguido. Porém, a vida de Alma vira de cabeça para baixo quando, em meio aos preparativos para se apresentar ao clube, ela descobre que seu marido é um serial killer.
O destino das duas começa a se cruzar quando a filha de Alma começa a sair com o amante de Rita, e Alma descobre que a dama não é tão perfeita como demonstra.
As duas começam a entrar em um embate. Alma começa a fazer de tudo para ascender na alta sociedade e se torna uma mulher no qual a gente não sabe o que esperar.
Então a gente vai se aprofundando no passado de Rita e descobrindo como ela ficou rica, enquanto Alma vai se corrompendo cada vez mais para ser uma grande mulher. E tudo isso acontece enquanto a história de basicamente todos os personagens começa a se cruzar, e eles vão criando laços mortais que levarão a um final SURPREENDENTE.
Aquele final… Nossa, PQP…
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Why Women Kill — Temporada 1 — Incrível, emocionante, muito bom
Heter Stalker — Uma loucura vibrante e trágica
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Amor e Anarquia — Bom, divertido e cheio de sarcasmo
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Retake 2016 — Uma jornada que oscila entre o emocionante e o cringe
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Morte Morte Morte — Muito bom, me entreteve demais
Eu tinha baixado esse filme para assistir junto com uma minha amiga. Aliás, eu baixei um monte de filmes para ver com essa minha amiga… Só que ela é uma insensível e, tipo, acho que ela não liga muito para mim e para minha companhia. Em todas as ocasiões que combinei com ela de vir ver os filmes, ela simplesmente me deu um bolo e inventava desculpas.
Fazer o quê, né? Infelizmente, tem experiências que eu gostaria de compartilhar com algumas pessoas, mas essas pessoas não estão dispostas a compartilhar comigo. Então, sei lá, eu tenho que procurar outras pessoas realmente interessadas ou ter essas experiências sozinha. O que foi o caso com esse filme.
Fiz um bolo de café maravilhoso e comprei uma pizza pequena só para mim. Enquanto comia a pizza, fiquei pensando: o que eu assisto? Aí lembrei que estava com esse filme baixado no meu pen drive e fui assistir.
Agora eu entendo o hype do filme. Esse filme é muito bom!!! Os personagens são tão fúteis, mimados e com problemas distantes da realidade de muitos, porém, ao mesmo tempo, reflete de uma forma tão crua a vida superficial dos jovens de hoje em dia…
Fazia tempo que eu não ficava presa a um filme do início ao fim… Fiquei a todo momento tentando adivinhar quem era o assassino… E quando chegou no final, eu simplesmente fiquei abismada. Tipo, nossa, o final… O plot twist é genial.
E o mais legal é que, basicamente, todos os personagens se odeiam, só que estão lá fingindo que se amam. Aí, quanto mais a pressão psicológica aumenta, mais eles surtam e começam a jogar na cara um dos outros ofensas em forma de verdades, que nossa, é um prato cheio de se assistir. É como ver um castelo desmoronando pouco a pouco, e isso só aumenta a tensão para querer descobrir quem é o bendito do assassino…
Recomendo esse filme, é adorável. Faz jus ao que falam por aí… Apesar de que, quando terminei, fiquei uns 10 minutos pensando “QUE ÓDIO DESSE FILME”.
I Believe in Unicorns — Drama indie com muito potencial
Em uma época adorável da minha vida, em um canal de edits de música, encontrei um vídeo com uma música cujo nome esqueci, e esse vídeo tinha cenas do filme "I Believe in Unicorns". Acredito que o vídeo não está mais no YouTube por causa de direitos autorais, e isso me faz querer chorar, pois eu realmente tinha um apreço por aquele vídeo.
Enfim, fiquei fissurada por "I Believe in Unicorns" porque tinha a adorável Natalia Dyer de Stranger Things, no começo de sua carreira como protagonista, e ela fazia par romântico com um rapaz lindo que lembrava um homem que eu amei.
Procurei esse filme igual uma doida, tentei até alugar pelo Google, mas não conseguia achar. Até que um dia finalmente consegui assistir a essa obra.
Meu encanto simplesmente morreu depois de ver o filme completo. Não que o filme seja ruim, mas a vibe romântica e fofinha do vídeo do youtube, não era a proposta do filme. Como eu disse, o filme não é ruim, ainda gosto muito dele, só que tem uma vibe triste e pesada, e o final tem uma cena HORROROSA que me deixou traumatizada.
Em resumo, neste filme temos Davina, uma jovem sonhadora e imaginativa, super estereótipo de garota INFP, que fica imaginando um mundo ideal onde existem unicórnios. Ela também gosta de fotografia. Um dia, ela fotografa um bad boy cabeludinho chamado Sterling. A amiga dela diz "não fala com ele, ele não presta", então ela vai lá e fala com ele, ele a ignora e ela fica triste.
Porém, no outro dia, ela chega nele de novo e fala "e aí, vai ficar me tratando mal?" Aí o cara muda de opinião magicamente e diz "ai, desculpa, eu tava num dia ruim, tenho interesse sim". Então, eles ficam juntos e depois embarcam num romance fofo, no qual entram em um carro, e Davina simplesmente abandona a mãe dela, que tem necessidades, para partir sem rumo com o amado que acabou de conhecer.
Depois de muitos momentos fofos, Davina começa a pensar nas consequências do que fez, e então, todo aquele amor do “relacionamento” começa a ir por água abaixo e Davina conhece a verdadeira face de Sterling.
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