Archive for abril 2025
Children of the Sea – Um exemplo de obra que não devia ter sido adaptada
Título: Children of the Sea / Kaijū no Kodomo
Criadores: Hanasaki Kino / Daisuke Igarashi
Categoria: Anime / Filme
Gêneros: Drama, fantasia, animação, ficção cósmica, aventura
Ano de lançamento: 2019
Disponível em Português?: Sim
NFSW: Não
Status: LançadoCurti não. Um amigo meu, autista com hiperfoco em animes, me sugeriu ver esse filme. Não foi a primeira vez que ele indicou, então pela insistência, achei que seria um super big mega filme.
Mas, no fim, é apenas um filme bonito, com um monte de informações jogadas e desconexas. Só não achei uma perda de tempo porque a animação é muito LINDA, e o personagem Umi é cativante o suficiente pra te prender um pouco.
Inclusive, ouvi falar muito do personagem Anglade, que no mangá tem uma enorme importância para a história. Já no filme ele não tem nem 2 minutos de tela… Achei decepcionante.
De resto, sei lá… No final, esse meu amigo me explicou a interpretação dele e tal, mas o background que ele tem vem do mangá, que segundo ele é muito mais completo. Então, vejo esse filme como uma adaptação que não deveria ter sido feita. Se você vai pegar uma obra complexa e longa e enxugar de forma cabulosa, comprimindo tudo em um filme de menos de 2 horas, o melhor é simplesmente não adaptar. Ou, então, fazer um anime que permita ser mais fiel ao mangá.
Segundo meu amigo, o mangá é maravilhoso, cheio de camadas e histórias que nem sequer foram mencionadas no filme. Provavelmente nunca irei ler o mangá. Mas o filme, em si, achei decepcionante. A sensação que tive com esse filme foi parecida com a que tive vendo Bubble. A diferença é que Bubble é um filme original, enquanto esse aqui tinha um mangá completo como base… e ainda assim conseguiram fazer algo medíocre.
#ChildrenOfTheSea #AnimeMovie #Kaijū no Kodomo #anglade
Liverleaf – É um exagero, mas, eu gostei
Título: Liverleaf, Misumisô, Párlófű
Direção: Eisuke Naitô
Roteiro: Rensuke Oshikiri, Miako Tadano
Categoria: Filme, Adaptação
Gêneros: Vingança, Suspense, Thriller psicológico, Terror
Ano de lançamento: 2018
Disponível em Português?: Sim (legendado)
NFSW: Alto
Status: LançadoCara… Todos os personagens desse filme são completamente doentes… Tudo poderia ser resolvido se nessa cidade maldita tivesse um bom psiquiatra, um psicólogo e um conselho tutelar. -qqq
Assisti a esse filme sem saber nenhum spoiler. Peguei o nome através de uma edit no Tico e Teco que estava completamente fora de contexto. De início eu achava que seria uma história de vingança da protagonista contra o namorado.
Mas me surpreendi, pois o filme já começa com a coitada da Nozaki sofrendo um bullying fortíssimo dos colegas de classe. Eu fiquei puta, porque a Nozaki é uma menina tão doce e os caras ficavam torturando a coitada gratuitamente… Mas eu não esperava o que estava por vir (ou talvez esperava, depois de ver o que os canalhas fizeram com o pai dela na escola).
Temos um breve desenvolvimento do romance entre a Nozaki e o Aiba (o único cara que não faz bullying com ela) e a introdução da personagem Rumi, que era a vítima do bullying da galera antes da Nozaki chegar na cidade.
Até que… Tem a cena do incêndio. Cara… Eu fiquei tipo 😮😮😮 com essa cena, eu realmente não esperava que os caras iriam tão longe. A cena do Aiba resgatando a irmãzinha da Nozaki me deixou CHOCADA. Eu fiquei tipo: “caralho, isso é a irmã dela”. Acabaram com a vida da garota! QUE ÓDIO, que ódio, eu odeio adolescente -qq
Então começa o plot de vingança, e a partir daqui o filme foi um deleite. Passo pano pra Nozaki sim, e foi um prazer ver ela indo atrás de vingança!
De forma geral gostei do filme — tem uma estética bonita, o branco da neve misturado com sangue, cenas dramáticas, um gore na medida certa. Eu curti. Só achei meio meh o fato de a Nozaki SEMPRE achar uma arma no meio da neve, tipo, simplesmente se materializa uma arma do lado dela quando ela precisa. E também achei a polícia do filme uns toupeiras.
Em resumo: Aiba é um gatinho, charmoso, mas tenho motivos pra não gostar dele. Rumi, apesar de sofrer, é uma desgraçada. Kuga é desprezível. Taeko é uma personagem que me deixou dividida. E Nozaki fez foi é pouco…
🎥: 7ayden, hiroyio, yurufilms
#liverleaf #Párlófű #misumisou #harukanozaki #taekooguro #MitsuruAiba
Breathless - Muito bom, entrega uma história e tanto!
Título: Breathless
Criadores: Xun Xun
Categoria: Manhwa
Gêneros: Sobrenatural, Vampiros, Fantasia, ficção científica, comédia, romance, BL
Ano de lançamento: 2019
Disponível em Português?: Sim
NFSW: Baixo
Status: Em AndamentoOlha, Britto… Sinceramente…
Se eu soubesse que a autora demorava cerca de 6 meses pra atualizar 1 capítulo, eu não teria lido tudo de uma vez 😭😭😭😭.
Bin He é um universitário comum que gosta de mergulhar e é apaixonado pelo seu melhor amigo. Ele sofre com o dilema de querer se confessar e não saber se o sentimento é recíproco. Numa viagem de férias com a faculdade, durante um mergulho, Bin He avista um estranho misterioso e BELÍSSIMO acorrentado a um navio no fundo do oceano — e então passa a visitá-lo todos os dias, tentando encontrar uma forma de libertá-lo. Ele suspeita que aquela criatura seja um vampiro.
Véi, essa obra é boa pra caramba!!! No começo eu não tinha tantas expectativas, achava que ia ser mais uma historinha de adolescente que gosta do melhor amigo e blá blá blá. E sim, o começo demora. DEMORA PRA CARAMBA. É até um pouco irritante, porque você quer que o MoLanDi saia do fundo do mar logo, e demora horrores. Mas depois que finalmente tem a virada em que ele e o Bin He se encontram, a história decola de uma forma cabulosa.
A parte do desenvolvimento da relação do Bin He com o MoLanDi é EXCELENTE. A construção dos vilões é EXCELENTE. A forma como a autora liga TODOS os personagens, amarra a história, cria plot twists, e faz até um personagem que parecia figurante ter um papel significativo no enredo é EXCELENTE. A parte de ficção científica e o núcleo da família do Hai, no começo, não me convenceu tanto — mas é boa também, e ela consegue ligar ABSOLUTAMENTE TUDO.
Véi, muito bom!!! A gente vai desde uma história fofa, engraçada e romântica nos tempos atuais — entre um garoto que está ensinando um vampiro milenar a viver no mundo moderno — até flashbacks do passado do vampiro, que têm fortes ligações com os acontecimentos que vão tirar a paz dos dois protagonistas. E também tem a parte de ficção científica envolvendo os vampiros — e TUDO conectado. Todos os personagens têm suas motivações muito bem definidas, e a cada capítulo a autora vai amarrando tudo de forma genial.
Além de ter uma porrada de frases impactantes e filosóficas — tanto sobre o amor quanto sobre a imortalidade, a vida e as relações humanas.
Segue os prints das partes que eu mais gostei:


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