Archive for janeiro 2025

  • SUPER MARIO BROS 3 - SNES

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    Começamos o mês com Super Mario, e vamos terminar com Super Mario! (Não, não é o World, mas ainda vou trazer essa belezura pra cá, fiquem calmos.)

    Hoje falaremos de Super Mario Bros 3, jogo do capeta esse - qq

    É muito bonitinho, tem uma infinidade de mapas, mas eu acho bem difícil, viu… Principalmente para o final do jogo, você tem que ser muito bom para conseguir passar aqueles últimos níveis, e dá muita raiva, pois tem fases que são absurdamente difíceis!

    Fora a dificuldade, tenho a dizer que o jogo é lindo, os mapas são legais, e a estética dele é única. Acho muito interessante como cada jogo de Mario tem sua característica que o torna diferenciável, e esse aqui não é diferente, temos várias mecânicas legais como os poderes de sapo e de martelinho.

    O mundo que mais me irritou com certeza foi o das plantas, meu Deus, aquele mundo é terrível! Da última vez que joguei, tive a recordação de que, quando criança, eu consegui passar do mundo das plantas. Eu JURAVA de pé junto que nunca tinha passado desse mundo (POIS É MUITO DIFÍCIL). Porém, quando cheguei no mundo do castelo do Koopa, me lembrei de já ter chegado até lá.

    O mundo final eu achei decepcionante, tipo, sei lá, parece que ficaram com preguiça de finalizar o jogo e fizeram qualquer coisa. Poderiam ter sido mais criativos.

    (Faltou o mundo 6 nas imagens, mas, é pq eu esqueci de tirar print, é o mundo de gelo)

    GAMEPLAY:



    #SuperMarioBros3 #classicgames #Mario o #Nostalgia #mariobros #supermario

  • SPEED GONZALES: LOS GATOS BANDIDOS

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     Esse jogo é ótimo!!! Outro do SNES que marcou minha infância, e de tempos em tempos volto para jogar novamente.

    Speed Gonzales: Los Gatos Bandidos" é um jogo baseado no famoso personagem da Warner Bros., Speedy Gonzales (Ligeirinho). No jogo, o jogador assume o papel do ratinho mais rápido do México, em uma missão para salvar seus amigos que foram sequestrados por uma gangue de gatos bandidos.

    Com gráficos coloridos e uma jogabilidade simples, o jogo possui uma vibe divertida e descomplicada. Cada fase é ambientada em locais tradicionais mexicanos, como desertos e vilarejos, e o objetivo é avançar através das plataformas, coletar itens e derrotar inimigos, tudo enquanto se corre contra o tempo. A mecânica é centrada na velocidade de Speedy, mas também requer habilidade para desviar de obstáculos e vencer os gatos bandidos que surgem ao longo do caminho.

    A trilha sonora, com suas músicas que remetem à cultura mexicana, também ajuda a criar uma atmosfera agradável!

    O ponto negativo é que não há como salvar progresso, então é muito fácil de se perder todo o progresso do jogo e voltar tudo no início e isso é bem estressante.

    No geral, "Speed Gonzales: Los Gatos Bandidos" é uma experiência leve e agradável, ideal para quem procura um jogo simples e rápido para passar o tempo. Ele pode não ser um grande clássico, mas é bom o suficiente para ter gerado cópias. Existe um jogo idêntico a esse, no qual o protagonista é o Sonic e tem que salvar o Mario. É uma cópia descarada do original, mas, chegou a fazer um sucesso na época. (se pá mais sucesso que o original e.e)

    GAMEPLAY


    #SpeedGonzales #JogoDePlataforma #SuperNintendo #JogoRetro #Clássico #snes #ligeirinho

  • LGBTQ+ VIBE ROBLOX

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    Não é bem um JOGO, apesar de estar numa plataforma de jogos, o Roblox. Mas, eu tinha que falar desse mapa aqui, por uma razão especial: me trouxe lembranças boas e, nele, eu fiz grandes amigos!

    É um jogo de interação, um espaço enorme com várias coisas de temática LGBTQIA+, como bandeiras e mini-games. É feito para você interagir e conhecer pessoas da comunidade. Lembro-me de que eu e um amigo ficávamos discutindo o quanto o mapa era bonito. E realmente, a desenvolvedora deu um show; se você jogar no máximo, as texturas são lindas, aquela casa principal é fantástica, parece que foi projetada por um arquiteto (mentira, eu como arquiteta digo que não é uma casa muito funcional, mas é bonita). Também gosto da quantidade de detalhes que a desenvolvedora coloca no mapa, easter eggs e afins.


    É um bom mapa para se conhecer pessoas, mas você tem que dar sorte, pois a maioria é gringa, e entra muita gente desnecessária lá também com o intuito de ofender as minorias. As músicas eram legais, mas muita coisa legal caiu por conta de direitos autorais. Algumas atualizações trouxeram coisas interessantes, e outras foram desastrosas, tirando ícones e ferramentas que eram queridas pelos usuários.


    O jogo permite personalização dos avatares e tem seu próprio sistema de dinheiro e níveis, no qual você pode desbloquear novos itens, como bandeiras, souvenires e outras coisas.

    Hoje em dia, eu diria que é um mapa mediano. Ainda é funcional, eu entro de vez em quando para matar a saudade.


    Link do mapa: https://www.roblox.com/pt/games/6233078791/LGBTQ-Vibe

  • LA PIEDRA DE ANAMARA

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    Outro jogo que marcou minha infância "La Piedra de Anamara", e que tem uma atmosfera muito sinistra e, ao mesmo tempo, calmante (jogos de terror que têm neblina e tal me passam uma calma, apesar de a qualquer momento o capeta poder aparecer na sua tela). O jogo é estilo point-and-click, lançado em 2004, criado por um desenvolvedor espanhol chamado Juanjo López.

    Você joga como Anamara, uma jovem fugitiva que escapa da polícia e encontra refúgio em um orfanato abandonado. Conforme ela explora o lugar, começa a descobrir que há algo muito estranho ali. O orfanato guarda segredos sombrios, e Anamara passa a ter visões e experiências paranormais, revelando histórias perturbadoras de crianças que viveram ali no passado.

    O centro da narrativa gira em torno de uma pedra misteriosa, chamada "La Piedra de Anamara", que parece estar conectada a fenômenos sobrenaturais. Através de puzzles, interações com o ambiente e flashes de memórias, Anamara tenta desvendar o mistério do orfanato, enquanto enfrenta seus próprios demônios internos.

    O jogo tem vários puzzles que você precisa ir decifrando para explorar a mansão e a história, desde achar uma chave, ligar a eletricidade ou desvendar os mistérios daquele lugar.



    O único ponto negativo aqui é que o jogo simplesmente está incompleto. Você consegue explorar apenas o primeiro andar da mansão, e quando chega no segundo andar o jogo encerra dizendo que a segunda parte estava em desenvolvimento. Porém até hoje a segunda parte nunca foi lançada, e terminamos o jogo com esse gosto amargo não solucionar os mistérios. É uma pena, pois seria muito legal se o jogo fosse finalizado, pois tem um monte de fãs.  


    Nesse site você consegue jogar o jogo em português: 
    Link do jogo: https://apedradeanamara.blogs.sapo.pt/

    Gamplay:

    Parte 1

    Parte 2

    #LaPiedraDeAnamara #JogoDeTerror #JogoIndependente #JogoDeMistério #horror  #puzzle #games









     

  • Submarine – Um clássico indie poético, sensível e artístico

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    Submarine… Foi e continua sendo um dos meus filmes favoritos.
    Conheci por volta de 2016, quando uma ex-amiga minha me indicou o álbum. Escutei o álbum e pensei: “Caramba, muito bom, tenho que ver o filme”. Assisti ao filme em uma tarde de domingo e chorei pra caramba, pois, na época, eu estava no início de uma profunda depressão.


    Reassisti novamente com meu amiguinho nerd, e estou feliz porque percebi que a aura triste do filme, que eu tinha antes, estava intrinsecamente relacionada à minha depressão daquela época. É um filme bem sensível, com diálogos e reflexões profundas. Mas não diria que é um filme triste. Eu tinha essa visão porque eu estava triste. Atualmente, vejo mais como uma obra de arte. Uma obra de arte sobre amor, dilemas da vida, adolescência e autoconhecimento.


    Bom, em resumo, Oliver Tate vive seu primeiro romance com a misteriosa e linda Jordana (um dos meus poucos bi panics! Garota linda, LINDAAAA, já falei que acho ela LINDA???), ao mesmo tempo que tenta salvar o casamento dos pais, enfrenta a turbulência da adolescência e blá blá blá.
    Oliver é um daqueles típicos INTPs robozinhos que gostam de ver a vida por um lado racional/poético, o que faz dele um ser peculiar e um tanto sem tato. Mas Jordana é sua contraparte. Apesar de racional, tem seu lado impulsivo e aventureiro. Os dois formam um casal peculiar que se atraem por conta de suas peculiaridades.



    O final é simplesmente ótimo! Sobre a trilha sonora, sou completamente apaixonada pelo álbum, mas minhas favoritas são Piledriver Waltz, que encerra o filme com chave de ouro, e a clássica e famosinha Stuck on the Puzzle, que é a essência desse filme. Desde sua versão introdutória nas primeiras cenas até sua versão completa no meio do filme e novamente no encerramento, é perfeita.


    Enfim, estou feliz por trazer essa obra para o meu memorial e por tê-la reassistido. E claro, por ter apresentado para o meu amigo nerd que se alimenta mal (obrigada pela companhia, aprecio isso ^^)

    Em resumo, Submarine é um bom filme por ter:
    • Um personagem principal cativante.
    • Roteiro e diálogos inteligentes.
    • Um estilo visual único.
    • Uma trilha sonora perfeita.
    • Uma mistura equilibrada de comédia e drama.
    • Um retrato honesto da adolescência, principalmente do povo “indie/esquisito” (engual eu ☝️🤓).


    #submarine #alexturner


  • Maurice (1987) – Um final surpreendente e uma lição de superação

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    Nada me tira da cabeça que o ator que faz o Clive nesse filme é a versão masculina da Margaret Qualley: 

    (🚨 Essa resenha contém spoilers)

    Eu deveria ter assistido a esse filme há MUITOOOO tempo, mas fui adiando até que ontem finalmente assisti. E olha, achei... lindíssimo! Um dos filmes com temática LGBT mais bonitos e sensíveis que já vi!

    O filme se passa na Inglaterra do século 20, onde o amor entre dois homens era não apenas tabu, mas também ilegal. O protagonista, Maurice Hall, é um jovem que enfrenta um conflito interno gigantesco ao perceber sua sexualidade. Ele se apaixona por seu colega Clive Durham, e o relacionamento entre os dois é uma montanha-russa de emoções.


    No início, tudo é lindinho, poético e fofo, mas, por conta da pressão da sociedade e da homofobia, Clive vai se reprimindo cada vez mais. Isso culmina no fato de ele ceder às expectativas da época, esconder sua sexualidade e se casar com uma mulher.


    Essa virada é uma facada tanto no coração de Maurice quanto no do espectador. Eu já estava preparada para o pior, porque sei como as obras dos anos 80/90 sobre personagens LGBT adoravam simplesmente ferrar com eles, terminando em drama e tristeza.

    MAS o que eu não esperava era o surgimento de Alec Scudder. Scudder é tudo o que Maurice não é — ousado, seguro de si e cheio de paixão. Um personagem que eu nem imaginava que faria parte da história simplesmente surge e causa uma baita reviravolta.


    Com isso, o desfecho do filme se transforma em UM DOS MELHORES FINAIS DE FILME LGBT que já vi na vida! Cara, Maurice tinha aquela química mental com Clive — era fofo e poético — mas, com Scudder, Maurice descobre o que é o amor verdadeiro.

    E aquele final… Clive lá, com cara de tacho, pensando em como seria se ele tivesse tido coragem de viver seu amor com Maurice, enquanto Maurice e Scudder terminam felizes, seguindo seus corações. Mesmo tendo que abdicar de muita coisa e arriscar arruinar suas vidas, eles escolhem viver aquele amor.

    PUTA QUE PARIU, ABSOLUTE CINEMA!!

    Esse filme é lindo, com uma fotografia impecável, atuações ótimas… Estou simplesmente apaixonada!


    #maurice #maurice1987


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