Archive for 2025

  • Shoot Me in the Heart — Leve, fofo e limitado pelo formato

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    Se esse filme fosse uma série, ele poderia ter sido algo incrível....

    Não que o filme seja ruim. Aqui eles têm a faca e o queijo na mão: um roteiro com história e motivações bem definidas para cada um dos protagonistas. Até rola uma pincelada na personalidade dos personagens secundários. O problema é que, como se trata de um filme, tudo acontece muito rápido, e muita coisa acaba ficando em aberto.

    A história acompanha dois caras que são internados em um hospital psiquiátrico no mesmo dia. Lee Soo Myung é um garoto esquizofrênico, introvertido e na dele, que tem fobia de tesouras — por isso, não corta o cabelo há anos. Já Ryu Seung Min é rico, extremamente rebelde e enérgico, e acaba internado por conta de uma conspiração do irmão, que quer ficar com a herança.


    Achei que o filme conseguiu contar e desenvolver muito bem a história do Soo Myung. No começo, ele parece apenas um coitado jogado naquele lugar, e sabemos muito pouco sobre ele — apenas alguns detalhes, como a fobia de tesouras e um comportamento mais depressivo. Com o passar do tempo, porém, o filme explica bem o que o levou a se tornar alguém visto como “maluco” e acabar internado ali. Isso funciona como um gancho para sua “redenção”, conectando tudo à amizade dele com o Seung Min.

    Já o Seung Min também tem muita personalidade e várias camadas interessantes, mas sinto que as informações sobre ele são jogadas de forma muito rápida. Coisas como o hobby de voar de parapente e a relação com a família poderiam ter sido melhor exploradas. Mas, de novo, por ser um filme curto, simplesmente não há tempo.


    Ah, e não: esse filme não é um BL. É muito mais uma história de amizade. Gostei da forma como certos detalhes apresentados no começo são retomados mais à frente para solucionar conflitos. Também gostei do final e da mensagem de “viva sua juventude” que o filme tenta passar. No geral, é um filme leve, fofo e que poderia ter sido muito mais se tivesse tido mais tempo para se desenvolver.

    O que eu não gostei foi o núcleo de humor. A forma estereotipada como os outros internos são tratados para gerar comédia acaba ficando meio cringe. O “vilão” também é um problema: é um personagem simplesmente insuportável, sem nenhuma camada de personalidade. Ele está ali só para encher o saco dos personagens e de quem está assistindo. Poderiam ter criado um antagonista melhor trabalhado, além de explicar com mais cuidado o funcionamento do sanatório em si, especialmente o esquema de coisas fora da lei que acontece no local. Faltou dar mais camadas e desenvolvimento tanto para os pacientes quanto para os funcionários do hospital.




  • Young Hearts – A versão belga do mesmo filme de sempre

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    Depois de muito tempo sem escrever aqui, voltei com esse filme que… ah. Eu esperava mais. Ainda mais porque foi super elogiado em festivais, ganhou prêmios e blá blá blá...

    Título: Young Hearts 
    Direção: Anthony Schatteman
    Categoria: Filme
    Gêneros: Romance, Drama
    Ano de lançamento: 2024
    Disponível em Português?: Sim 
    NFSW: Baixo

    Mas, no fim, é só mais um filme bonito... Fotografia boa, cenários lindos, mas, com a mesma historinha batida de autodescoberta que já foi feita em bilhões de outros filmes.



    E não que isso seja um problema por si só. Mas falta um quê de inovação.

    A trama é exatamente aquela trama batida: um garoto conhece outro garoto na escola, aí tem a menina que vai ser a trouxa da vez, namorar um deles, ser corna e usada pra ele fingir ser hétero quando bater o preconceito e a crise de autoaceitação. Depois disso, vem o arrependimento, a “percepção” de que está perdendo o amor da vida dele, a cena de reencontro emocionante e todo mundo feliz feliz.

    Sério, eu sinto que já vi isso tantas vezes que chega a cansar. Eu realmente animei num ponto do filme, achando que um dos personagens ia bancar quem ele é e esfregar o romance na cara de todo mundo, mas aí vem aquela parte chata em que ele vira babaca e volta a fingir que é hétero porque tem vergonha de si mesmo.

    Poderiam ter inovado. Poderiam ter feito um romance que fugisse desses clichês, algo tipo “somos gays e ponto”. Mas não: precisa ter a parte da vergonha, medo, sofrimento… isso já tá tão batido pra mim, até quando? Estamos em 2025, sexualidade nem deveria ser um tabu...

    E ok, a Bélgica merece ter a versão deles desse tipo de filme. Todo ano sai um de algum país diferente com basicamente o mesmo roteiro. Até a cena dos dois nadando em lagoa, a clássica cena da bicicleta, virou um clichê obrigatório.



    Se você olhar o filme isoladamente, como uma produção feita exclusivamente para aquele país, ele até funciona. Agora, como cinema no geral… não me agradou. Pra mim, é só mais um entre muitos e provavelmente um dos mais esquecíveis.


  • A Morte Lhe Cai Bem - Icônico e atemporal!

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    Eu amei esse filme! Ri demais! Achei incrível, realmente à frente do seu tempo. Agora entendo por que é tão referenciado até hoje.

    Meryl Streep está divônica como Madeline Ashton — um dos melhores papéis dela que já vi.

    Eu não conhecia a Goldie Hawn e simplesmente amei! Linda e completamente divertida e maluca como Helen Sharp.

    Fiquei obcecada pela misteriosa demonha Lislie Von Rhoman — caramba, que mulher deslumbrante! E confesso que até achei um dos servos dela bem interessante… 👀


    Mas, enfim, a disputa das duas personagens pelo Dr. Ernest é muito divertida! O filme é hilário: cada cena é memorável e vai entregando momentos icônicos um atrás do outro.

    E o final? Eu confesso que não esperava. Fiquei chocada e achei que trouxe uma ótima crítica, principalmente com o discurso do padre.

    Título: A Morte Lhe Cai Bem (Death Becomes Her)
    Direção: Robert Zemeckis
    Categoria: Filme
    Gêneros: Comédia, Terror, Suspense
    Ano de lançamento: 1992
    Disponível em Português?: Sim 
    NFSW: Alto



    #ResenhaDeFilme #CinemaClássico #FilmeCult #ComédiaÁcida #MerylStreep #GoldieHawn #Cinefilia #Cinefilos #FilmeQueIndico #ClássicosDoCinema #HumorÁcido #CinemaÉArte #BlogDeCinema #FilmePreferido #CineReview
  • Switched - Duas garotas trocam de corpo e suas vidas viram ao avesso!

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    Assisti esse dorama há um tempo e, recentemente, ele voltou à minha memória — então resolvi rever.

    A história gira em torno de duas garotas: Ayumi, a típica menina popular, bonita, com uma boa família e prestes a ser pedida em namoro pelo crush dos sonhos; e Zenko, que é vista como feia, sofre bullying pesado e vive uma vida horrível.


    No dia em que Ayumi finalmente teria seu momento romântico, ela presencia Zenko pulando de um prédio bem na sua frente. Quando o corpo de Zenko atinge o chão, Ayumi desmaia. Ao acordar no hospital... surpresa: ela está no corpo da Zenko. E logo descobre que Zenko está vivendo no corpo dela. Sim, elas trocaram de corpo.

    A partir daí, o drama começa. Ayumi, que sempre teve uma vida fácil, passa a viver um verdadeiro inferno no corpo da Zenko — e começa a entender por que ela sofria tanto. Enquanto isso, Zenko se torna uma vilãzona no corpo da Ayumi, aproveitando cada segundo da nova vida perfeita.

    O melhor amigo da Ayumi logo percebe que ela está esquisita demais e acaba descobrindo a troca.


    A explicação do “como isso aconteceu” é bem fuleira, pra ser sincera. E lá pela metade vira uma bagunça de troca-troca de corpos com outros personagens também entrando na dança. Mas no fim, tudo volta ao normal (ou pelo menos é o que dizem) e todos ficam felizes para sempre. Ou não.

    Título: Switched / Sora o Kakeru Yodaka
    Direção: Hiroaki Matsuyama
    Categoria: Série, Drama 
    Gêneros: Drama, Ficção Científica, Romance 
    Ano de lançamento: 2018
    Disponível em Português?: Sim (legendado)
    NFSW: Baixo

    Edit: @HYPEUPJP




    #Switched #Dorama #TrocaDeCorpos #DramaAdolescente #NetflixJapão #Zenko #Ayumi #DoramasQueAssisti #DoramaCrítica #ResenhaSincera




  • Premonição 6: Laços de Sangue é BOM, mas não é ÓTIMO!

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    Título: Premonição 6: Laços de Sangue 
    Direção:  Zach Lipovsky, Adam B. Stein
    Categoria: Filme
    Gêneros: Terror, Suspense, Mistério, Sobrenatural
    Ano de lançamento: 2025
    Disponível em Português?: Sim 
    NFSW: Alto

     🎵 You know you make me wanna... SHOUT! 🎵

    Eu ia trazer essa resenha só depois de rever os outros 5 filmes da franquia, porque quem me conhece sabe que eu AMO Premonição. Fez parte da minha infância, me marcou demais! Mas como sou enrolada, só reassisti o primeiro por enquanto. Então a comparação completa vai ficar pra depois — mas já deixo meu ranking extraoficial: 3 > 5 > 1 > 6 > 2 > 4.

    Meu Tierlist da Franquia 

    Finalmente a franquia voltou, de cara nova e com um filme divertido. Eu vou ser honesta: não achei tudo isso que estão falando por aí, mas é sim um bom filme. Curti bastante a ideia dos laços de sangue, achei criativa, só senti falta de mais mortes (principalmente no final, que pareceu meio corrido). Ainda assim, algumas mortes entram fácil pro ranking de mortes mais criativas da franquia.

    Brec Bassinger como Iris Campbell

    Agora, o drama envolvendo o Erik... achei bem desnecessário. E o destino dele? Não fez sentido pra mim. Aquela desculpa de que “quando se mexe com a morte as coisas ficam esquisitas” foi meio paia, achei preguiçoso...

    Tirando isso, gostei bastante: a trilha sonora tá impecável como sempre, a protagonista é legalzinha, tem personagens carismáticos, e, olha... talvez a gente tenha aqui a melhor visionária da franquia.


    E o que merece destaque real: a cena de abertura. Muito bem feita, impactante, e com certeza uma das melhores de toda a saga!


    Mas, no fim não é TUDO ISSO que falam não, tem mortes legais, personagens legais, e fechamento de coisas em aberto, mas, sinto que é um filme que fica na média... Devo elogiar também a homenagem feita ao Tony Todd, e a história dele na saga ter sido finalmente explicada! 



    #Premonição #FinalDestination #Bloodlines #Premonição6 #HorrorMovies #ResenhaFilme #ResenhaSincera

  • Cassandra - Drama, mistério e horror na medida certa!

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    Conheci essa série por um meme no TikTok que comparava alguém com a “Cassandra”. Fiquei curiosa, fui atrás e descobri a tal série — e olha, que achado! A premissa me chamou atenção de cara. Achei que ia ser algo na pegada Black Mirror, e até tem essa vibe, mas com um toque meio retrofuturista que eu achei f**a.

    A série brinca com passado e presente o tempo todo. E o mais doido: no passado, a tecnologia que aparece já era superavançada, tipo inteligência artificial de um nível que nem hoje a gente chegou direito. O resultado é um universo lúdico, com cara de ficção científica, mas com um pezinho no emocional e no drama familiar.


    A trama gira em torno de uma família que, após um trauma, se muda pra uma casa inteligente. A tal casa é controlada por uma IA chamada Cassandra — que logo se revela completamente surtada. A protagonista começa a investigar e descobre que Cassandra existiu de verdade, como pessoa. E aí começa a alternância entre o presente e o passado, revelando a origem dessa IA maluca.

    É tudo muito bem construído. Você entende o porquê da IA ser tão desequilibrada com base no sofrimento da Cassandra humana. Mas entender não é passar pano, tá? Porque a Cassandra robô é doida, manipuladora, perigosíssima. Agora… pra Cassandra humana, até passo pano sim.




    E os verdadeiros vilões? Os maridos. O da protagonista atual é um frouxo que não apoia em nada. O da Cassandra do passado apesar de ser um GOSTOSO, era muito escroto: infiel, homofóbico, péssimo pai, tudo de ruim.

    Também rola um romance adolescente fofo entre o filho da protagonista (que também é um gostoso) e um colega de escola — não é super explorado, mas dá um toque leve com uma vibes heartstopper que eu achei fofo.



    E destaco a relação da menininha Juno com a IA, que é bem interessante, e tem um propósito pela Cassandra ser obcecada nela. No final, tudo se amarra muito bem e a série fecha direitinho.




    🎥 Edits: (tico e teco)
    markz.edits
    kitkatshusband
    bxed1tz
    oceaneyex

    #Cassandra #série #ficçãocientífica #inteligênciaartificial #drama #cassandranetflix

  • Yatamomo: Personagens lindos, mas, história problemática e tóxica

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    Título: Yatamomo
    Criadores: Harada
    Categoria: Mangá
    Gêneros: Drama, Comédia, Boys Love, Hardcore
    Ano de lançamento: 2014 
    Disponível em Português?: Sim
    NFSW: Alto
    Status: Concluído

    O que Deus deu para essa mulher de talento para desenhar, tirou no talento para escrever…

    Essa não é a pior obra da Harada, mas tá longe de ser a melhor. Apesar do traço LINDÍSSIMO (não dá pra negar que a cretina desenha bem) e do humor presente, Yatamomo é uma história pesada, banalizada e fetichizada.


    Em resumo: Yata é um gostoso que acolhe Momo, um garoto de programa todo ferrado, mas com uma lábia absurda. Eles começam a viver juntos e desenvolvem um relacionamento intenso e sexualizado. Óbvio que no Brasil isso acabaria em morte, mas aqui termina em muito coito, dependência e altos e baixos.

    Momo (que na verdade se chama Momoto KKKKKKKKKKK “Momoto” KKKKKKK) tem visual infantilizado (o que incomoda), mas a personalidade de pilantra trambiqueiro e é completamente pervertido. Essa personalidade quebrada vem de um passado grotesco, TENEBROSO e triste. Harada novamente apela para temas pesados como abu**, vício e ped***. Sério, mulher, vai se tratar. Sei que infelizmente pessoas como Momo existem na vida real e sofrem coisas similares ou até piores, mas escrever uma história sobre isso de forma explícita e detalhada, e ainda tentar romantizar e colocar um arco de redenção, ao mesmo tempo que surfa na onda da esperança e do positivismo, cai no clichê de banalizar um tema sério a troco de entretenimento…


    É louco pensar que a mesma autora de One Room Angel escreveu algo assim. Se você garimpar, até encontra camadas emocionais, humor e uma leve tentativa de redenção e esperança no final. Mas, a que custo?


    Deixarei  o comentário de uma leitora que me fez rir alto (apesar de que tenho que concordar com ela) ksksksk


    #harada #yatamomo #mangá


  • Puella Magi Madoka Magica – Uma obra-prima em forma de anime

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    Título: Puella Magi Madoka Magica
    Criadores: Gen Urobuchi
    Categoria: Anime
    Gêneros: Fantasia Sombria, Mahō shōjo, Thriller psicológico
    Ano de lançamento: 2011
    Disponível em Português?: Sim
    NFSW: Um pouquinho
    Status: Concluído
    Madoka Magica é simplesmente uma obra-prima!

    Conheci essa maravilha graças a um vídeo que vi no Facebook — um edit da abertura de um dos filmes com a música Lésbica Futurista, da GABI.
    Eu AMO esse vídeo, é um patrimônio histórico.


    Esse anime é perfeito. Começa com a clássica premissa de mahō shōjo: uma garotinha encontra uma criatura fofinha que diz que seu destino é virar uma garota mágica e combater as bruxas malvadas.
    E ainda assim, se o anime fosse só isso, já seria ótimo, pois tem o material completo para um mahō shōjo de qualidade: roupas coloridas, uma gama de poderes criativos, protagonista fofinha e rosa, a melhor amiga de cabelo azul e uma anti-heroína gótica.

    Mas Madoka Magica não quer ser só isso.

    Pouco a pouco, o tom começa a mudar. A criatura fofa — o Kyubey — continua dizendo que tudo vai ficar bem, que o destino das garotas mágicas é cheio de brilho e esperança. Mas algo não encaixa.
    A Homura, por exemplo, parece determinada a impedir Madoka de aceitar o contrato. Ela surge como uma possível vilã, misteriosa e agressiva, mas sempre tentando alertar a protagonista de que ela não deve aceitar o acordo de jeito nenhum.

    É aí que o espectador começa a perceber: tem algo errado.

    O anime começa a brincar com o nosso senso de segurança. A trilha sonora vai ficando mais tensa, os cenários das lutas contra as bruxas se tornam surreais, quase como colagens de pesadelo — e o Kyubey, sempre com aquele sorriso inexpressivo, continua insistindo: “faça o contrato, você pode ter qualquer desejo realizado.”

    A proposta parece simples: em troca de um desejo, você ganha poderes e vira uma garota mágica.
    Mas o que ninguém te conta é o custo real disso.

    E então, BOOM.
    A primeira grande quebra aparece, numa cena que envolve a personagem Mami Tomoe — uma veterana, madura, confiante, que parecia ser o porto seguro das meninas.
    É nesse momento que o anime joga a carta na mesa. Mas não vou falar o que acontece, deixo para vocês descobrirem.

    Depois desse episódio, as coisas só pioram. Sayaka, a melhor amiga da Madoka, começa a ter mais tempo de tela, e seu papel na história se torna crucial para os acontecimentos futuros e para as decisões de Madoka.

    É também nesse ponto que começamos a ver a Homura de outra forma!



    Madoka Magica não só desconstrói o gênero de garotas mágicas — ele também escancara o quanto a esperança pode ser usada como moeda de troca, como ferramenta de exploração.

    O sistema que manipula garotas jovens e vulneráveis para se sacrificarem por algo maior, mesmo sem entenderem completamente o custo, é uma metáfora poderosa.
    Dá pra ver aí reflexões sobre como a sociedade pressiona meninas a serem sempre fortes, altruístas, a colocarem o bem dos outros acima do próprio.
    Sobre como a dor feminina é muitas vezes romantizada ou ignorada. Sobre como, mesmo quando elas gritam, ninguém escuta — a não ser outras garotas que também já gritaram.

    E o arco da Homura é o coração disso tudo. As revelações sobre o porquê de ela perseguir a Madoka são uma lição de amizade e amor.

    A virada da Madoka, lá no final, quando ela finalmente escolhe o que ser e o que fazer com o próprio destino, é de arrepiar.




    Alguém me dá pelo amor de deus

    Madoka Magica é sobre amizade, perda, sofrimento e resistência. É sobre se quebrar por dentro, mas continuar.

    É bonito, é trágico, é inteligente pra caramba.
    E tudo isso envolto numa estética lindíssima, com trilha sonora de outro mundo e momentos visuais que grudam na sua mente como um pesadelo bonito demais pra acordar.

    No fim das contas, Madoka Magica te pega pela mão como se fosse te levar pra um passeio mágico — e quando você vê, tá no meio de uma guerra emocional, chorando no chão (o que foi o meu caso).

    Assistam Madoka.
    E respondam aqui nos comentários:
    Você seria uma Garota Mágica?


    .

    É um dos meus animes favoritos da vida. Sério. Pra mim é 10/10 sempre. Recomendo pra todo mundo. Madoka Magica é patrimônio universal e uma obra de arte


    #madokamagica #anime #mahouShoujo #garotasmágicas #resenhaotaku #animefoda #trilhamassa #psicológico #darkfantasy

  • Children of the Sea – Um exemplo de obra que não devia ter sido adaptada

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    Título: Children of the Sea / Kaijū no Kodomo
    Criadores: Hanasaki Kino / Daisuke Igarashi
    Categoria: Anime / Filme
    Gêneros: Drama, fantasia, animação, ficção cósmica, aventura
    Ano de lançamento: 2019
    Disponível em Português?: Sim
    NFSW: Não
    Status: Lançado

    Curti não. Um amigo meu, autista com hiperfoco em animes, me sugeriu ver esse filme. Não foi a primeira vez que ele indicou, então pela insistência, achei que seria um super big mega filme.

    Mas, no fim, é apenas um filme bonito, com um monte de informações jogadas e desconexas. Só não achei uma perda de tempo porque a animação é muito LINDA, e o personagem Umi é cativante o suficiente pra te prender um pouco.

    Inclusive, ouvi falar muito do personagem Anglade, que no mangá tem uma enorme importância para a história. Já no filme ele não tem nem 2 minutos de tela… Achei decepcionante.


    De resto, sei lá… No final, esse meu amigo me explicou a interpretação dele e tal, mas o background que ele tem vem do mangá, que segundo ele é muito mais completo. Então, vejo esse filme como uma adaptação que não deveria ter sido feita. Se você vai pegar uma obra complexa e longa e enxugar de forma cabulosa, comprimindo tudo em um filme de menos de 2 horas, o melhor é simplesmente não adaptar. Ou, então, fazer um anime que permita ser mais fiel ao mangá.



    Segundo meu amigo, o mangá é maravilhoso, cheio de camadas e histórias que nem sequer foram mencionadas no filme. Provavelmente nunca irei ler o mangá. Mas o filme, em si, achei decepcionante. A sensação que tive com esse filme foi parecida com a que tive vendo Bubble. A diferença é que Bubble é um filme original, enquanto esse aqui tinha um mangá completo como base… e ainda assim conseguiram fazer algo medíocre.




    #ChildrenOfTheSea #AnimeMovie #Kaijū no Kodomo #anglade


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