A Maldição da Mansão Bly – Legal, mas longe da primeira
Seguindo as resenhas das séries do Mike Flanagan, temos o que seria a "segunda temporada" da série de "maldições", desta vez, A Maldição da Mansão Bly.
Como eu disse na resenha anterior, parte do elenco da série passada volta para esta versão, mas interpretando novos personagens.
A série se passa na Inglaterra, com um cenário e ambientação que trazem um ar meio vitoriano, com tons antigos e "bege", em contraste com a anterior, que tinha um estilo mais eclético, neo-antigo, com uma paleta "azul" e americanizada.
Aqui temos um terror meio gótico que segue Dani, uma jovem contratada para ser babá de duas crianças órfãs em uma mansão isolada e misteriosa na Inglaterra. À medida que Dani se adapta à vida na Mansão Bly, ela começa a perceber a presença de entidades sobrenaturais e segredos sombrios envolvendo a propriedade e seus moradores.
Victoria Pedretti, uma atriz QUERIDA por mim, retorna nesta série como protagonista. E sim, eu acho que ela segurou bem o papel. Ela nos entrega uma personagem traumatizada e triste, semelhante à que ela fez na série anterior, porém, aqui, a personagem é bem mais extrovertida e cheia de vida. Dani é um amorzinho.
As crianças "encapetadas" que ela cuida acabam se revelando uns amores também. Então, ficamos na dúvida sobre por que nenhuma babá permanece na mansão, apesar de a casa ser antiga e assustadora.
MAS, depois de uma longa introdução, começam os eventos paranormais e o desenrolar da trama. É bom! É uma série boa, competente, e tenta ser bem amarradinha. O episódio que dá contexto, nos levando ao passado da mansão, é simplesmente sensacional.
Porém, não é tão perfeita quanto a primeira. Acho que fica bem atrás por se escorar na mesma temática de "casa assombrada", o que acaba fazendo parecer uma nova versão da série anterior, só que com uma história criada mais às pressas para que houvesse uma sequência na série das "maldições".
Essa fica em 4º lugar no meu ranking das séries do Mike Flanagan.




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