Terrifier 2 – Ruim, superestimado e bobo
Nossa, filme chato, capenga, xoxo. Fui com grandes expectativas, esperando uma baita evolução em relação ao primeiro filme, e só me decepcionei.
O ponto interessante aqui é que, ao invés de apenas jogar personagens aleatórios e um palhaço aleatório matando todo mundo, tentam criar uma narrativa e trazer todo um universo para o assassino e os mocinhos.
Mas também, esse é o ponto que faz com que o filme se torne um saco da metade para frente, e com o tempo você está pouco se importando para aquela historinha xoxa e fraca dos mocinhos, e só quer saber qual vai ser a próxima forma criativa que o Art vai usar para matar um figurante.
A protagonista é uma adolescente que se entope de antidepressivos por causa da morte do pai, e tem um irmão aspirante a psicopata que fica vendo casos criminais no Google, especificamente o do primeiro filme.
Aqui o Art se mostra bem mais sobrenatural do que no primeiro filme, e com bem mais poderes. E tem uma menina inútil palhaça que aparece também e não acrescenta em nada ao filme.
O final é tosco, o pós-crédito é tosco.
Sobre as cenas de gore? Eu gostei, Art é bem criativo no quesito de destroçar pessoas, a cena do quarto é boa, só que, sei lá, às vezes acho um pouco exagerado e fico pensando que os personagens são imortais, porque o cara vai lá e destroça a pessoa, arranca metade do crânio dela, e ela ainda volta a ficar consciente e se arrastando.
Art tem carisma; as cenas de mímico dele e as dele rindo do sofrimento das vítimas são as melhores para mim, mas a historinha que tentaram construir para criar um universo para o personagem eu achei fraca. A protagonista é legalzinha, mas a do primeiro filme, na minha opinião, é mais cativante.
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