Irmãos Menendez – Sensacionalismo barato puro
O que eu gostei nessa série: Trilha sonora, a atuação do Evan Peters, que me fez sentir medo e nojo do assassino, e a forma como a série mostra que a polícia simplesmente negligenciou evitar os assassinatos porque não se importava com pessoas LGBT, latinas e negras.
De resto, sinto que o declínio das séries do Ryan Murphy começou por aqui. Tá, AHS já se perdeu faz tempo, e Murphy é cheio de altos e baixos. Mas pegar um caso tão pesado, macabro e cruel como esse, e fazer uma sériezinha como se fosse, sei lá, um romance?
Murphy já tinha se aventurado no true crime antes com Crime Story, e até que saíram coisas boas, mas deu para ver que, quanto mais ele se aprofundava nesse gênero, mais ele se perdia, e a qualidade das obras foi só decaindo com o tempo.
Assim como a série dos Menendez, é uma série ruim e superestimada, que explora um caso real com um ator bonito e sarado no papel principal, apenas para gerar hype. A quantidade de “fãs” tanto do personagem (que, vale lembrar, apesar de ser um personagem, é baseado em uma pessoa que existiu) quanto do próprio assassino real que apareceu na internet na época do lançamento dessa série é nojenta.
Não acho que pessoas como Dahmer, ou outros assassinos sádicos e cruéis, mereçam palco. É um desrespeito para os familiares das vítimas. Acho que casos como esse deveriam, no máximo, ficar na bolha de documentários e reportagens, e olhe lá, pois muitos ainda são tendenciosos e sensacionalistas. Agora, adaptar isso para uma série da Netflix, com musiquinha de fundo e toda uma estética, é algo de mau gosto, feito só pelo dinheiro e pela repercussão.
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