Moonlight – Brutal, real, triste e impactante


Filmão!

Moonlight é uma obra-prima contemporânea que aborda temas intensos como drogas, homossexualidade e as complexidades de ser um jovem negro e gay na comunidade negra. Dividido em três atos muito bem construídos, cada um reflete e influencia o outro, compondo uma narrativa que molda a identidade do personagem de forma única.

Os atores que interpretam Chiron ao longo das fases de sua vida entregam atuações excepcionais, mergulhando em emoções profundas que dão alma ao filme. A atriz que interpreta a mãe de Chiron também merece destaque: arrasou.

Os diálogos são lindos e profundos, e minhas cenas favoritas incluem as conversas entre Chiron, ainda criança, e Juan, que se torna uma figura paterna para ele. Os conselhos de Juan carregam tanto peso que são quase lições de vida. O segundo ato, para mim, é o melhor – captura o ápice das tensões e descobertas de Chiron na adolescência, sendo o momento em que sua vida é predestinada.

O terceiro ato encerra o filme de maneira competente, sem prolongamentos desnecessários, mas com um impacto forte o suficiente para transmitir sua mensagem final. Ele é o ato mais curto, porém fecha a história com precisão e sensibilidade.

Gostei muito do filme e acho que seria uma ótima escolha para assistir no Dia da Consciência Negra.





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