Pretty Boy 1993 – Tenta ser artístico, mas falha
Pretty Boy, é um filme dinamarquês de 1993, que tenta beber na fonte de antecessores como o já resenhado aqui “My Own Private Idaho” ou até mesmo o famoso e controverso “Eu, Christiane F.”. Como eu disse, “tenta”, pois, sinto que o filme começa a se perder ao longo do caminho.
O filme começa com Nick, o protagonista, fugindo do lar abusivo para a cidade grande,e sendo acolhido por Ralph, um homem mais velho professor de astronomia, que Nick conhece por ventura do destino.
Nick cria um vínculo muito grande com o homem, vendo nele a figura paterna a qual nunca teve. Detalhe, Nick tem apenas 13 anos, e Ralph é um homem com mais de 40. Tudo “teoricamente” ia bem até que a esposa de Ralph retorna do nada, e ele simplesmente enxota o menino de casa, e o abandona nas ruas, com medo de sua esposa descobrir o caso.
Agora novamente nas ruas, Nick vai se envolver com o mundo da prostitução, e num vai e vem de lares provisórios, alguns no qual pessoas realmente tem a intenção de ajudá-lo, e em outros no qual ele terá que se vender e se envolver em um mundo de roubos, violência e drogas.
Enquanto tudo isso ocorre, Nick ainda está magoado e obcecado com Ralph a qual ele desenvolveu um vínculo, e fica esporadicamente perseguindo o professor na esperança de voltar a ter contato com ele.
Mais pro final do filme, quando Nick já entrou de vez na vida das ruas, e começa a viver um romance com outra pessoa, Ralph começa a ir atrás do rapaz novamente, o que vai resultar em algo trágico.
Enfim, como eu tinha dito, o filme tenta, mas, não chega a lugar nenhum, não desenvolve direito às tramas, tem um roteiro fraco e sem sentido.
A fotografia tenta trazer algo belo e artístico também, mas, falha na maioria das vezes, ficando a mercê de explorar a beleza do ator principal.
Destaco a cena do carro na praia como a cena mais bonita e interessante do filme.
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