ROLLERCOASTER TYCOON 3

 


Com certeza, meu maior hiperfoco de criança foi parque de diversões. Eu era fissurada! Sabia o nome de vários parques, desde nacionais até internacionais, sabia o nome das montanhas-russas, modelos e afins. Eu sonhava em ter meu próprio parque de diversões, e quando eu encontrei esse jogo, o meu sonho se realizou!



Nem tem o que dizer! Perfeito! Acho que foi o jogo de simulação que eu mais joguei (ou será que foi The Sims?). Mas grande parte da minha vida e da minha infância eu passei dentro desse jogo! Criando cenários e parques, transformando meus sonhos em realidade!

Lembro de cabeça dos parques que fiz! Dos parques aquáticos, daquele universo incrível que eu criei.



Lembro também de eu passar raiva quando eu criava uma montanha-russa e ela flopava. Mas, hoje em dia, vejo que é a realidade. O que mais tem aí são montanhas-russas que são rejeitadas por serem desconfortáveis ou causarem acidentes, e são demolidas ou vendidas. Mas a gente fica puto porque passava horas criando o rolê, e o povo rejeitava e não queria ir, e virava um elefante branco.


Mas RCT3 não é só um jogo de criação, é um jogo de administração. Você não tá só fazendo um parque de diversão por diversão, você tá fazendo aquilo para os clientes, e são NPCs com gostos e de várias idades. Você tem que pensar estrategicamente também, e pode acontecer de você criar algo que não seja atrativo. Aí, nesse caso, tem cheats. Dá para brincar bastante com isso também, apesar de eu usar esse modo só quando estava entediada, e criar brinquedos insanos e até mortais, e forçar os visitantes a andar neles. Eu preferia a “rota pacífica”: criar um parque que fosse do meu agrado e também do agrado do público, e ir prosperando aos poucos, melhorando e substituindo o que não estava legal.

Segue a baixo meu OST favorito do jogo:


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